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Mato Grosso do Sul

Os avanços de MS para conquistar status como área livre da aftosa sem vacinação
Bovino no pasto WEB

15 de março 2021
Por Senar

Produção de qualidade, sustentabilidade e segurança alimentar refletem a evolução do PNEFA no estado.

Mato Grosso do Sul já é um dos players da liderança brasileira no ranking de produção e exportação de proteína animal. Com seu avanço nas etapas do PNEFA (Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa), conquistará status como área livre de aftosa sem vacinação, alcançando novos patamares mundiais. Esse é tema do #MercadoAgropecuário desta semana.

A retirada da vacina de febre aftosa faz parte do Plano Estratégico do PNEFA, que estabelece no Brasil uma série de regramentos sanitários de acordo com o determinado pela OIE (Organização Mundial de Saúde Animal).

“Para o MS, que faz parte do Bloco IV junto com os estados da Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal, a retirada da vacinação representará a chancela oficial do que já vem sendo desenvolvido até hoje: produção de carne bovina com qualidade, sustentabilidade e segurança alimentar”, explica José Pádua, gerente técnico do Sistema Famasul.

Para Pádua, esse reconhecimento “sela” a credibilidade do estado como produtor de proteína animal frente aos mercados consumidores internacionais, potencializando também as chances de acessar novos mercados e obter melhores negociações em preço e volumes.

Recentemente um parecer favorável da Organização Mundial de Saúde Animal reconheceu os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e do Bloco I (Acre, Rondônia e parte de Amazonas e Mato Grosso) como zonas livres de aftosa sem vacinação.

“MS vai figurar nesta relação, muito em breve. Não somente pelo aprimoramento dos serviços veterinários oficiais e a implantação de medidas para a manutenção do status de área livre de febre aftosa, mas também pelo comprometimento e eficiência de nossos produtores rurais nas mais diversas cadeias produtivas. Será uma grande evolução na já imagem positiva da carne bovina sul-mato-grossense no exterior, ampliando o panorama mercadológico para outras proteínas, como a suína e a de aves”, analisa.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu