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CNA debate novas regras de qualidade do leite brasileiro
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Assunto foi pauta da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite do Ministério da Agricultura

10 de maio 2019
Por CNA

Brasília (10/05/2019) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou na quinta (9) da reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados, do Ministério da Agricultura, para discutir as novas regras da qualidade do leite produzido no país.

As Instruções Normativas (IN) 76 e 77/2018, que preveem as novas diretrizes, começam a valer a partir do dia 30 de maio. Para o assessor técnico da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA, Thiago Rodrigues, as mudanças previstas implicarão em maior comprometimento da cadeia produtiva em busca de uma melhoria contínua na qualidade do leite.

Durante a reunião, especialistas convidados pelo setor produtivo apresentaram ao Mapa alguns pontos específicos das normas que seriam impraticáveis. O primeiro diz respeito à obrigação dos laticínios em manter o leite em suas dependências a uma temperatura constante de no máximo 4°C.

Segundo o pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Marcelo Bonnet, essa mudança exigiria um regime intenso de ajustes por parte das indústrias, além de contar com vários desafios de logística de coleta de leite, fornecimento de energia e avanços na obtenção de propriedades de leite com maior qualidade.

“Existem aspectos de qualidade do leite mais importantes e urgentes a serem enfrentados no país. De nada adiantaria refrigerar o leite obtido em más condições higiênico-sanitárias a 4ºC, sendo que leite obtido em boas condições poderia ser conservado adequadamente a uma temperatura limite de 7°C”.

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