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CNA apresenta à Conab estudo para reduzir custo de insumos na região Norte
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Confederação sugeriu alternativas de políticas públicas como prêmio frete, novas rotas e leilão de compras

19 de junho 2019
Por CNA

Insumos mais baratos podem contribuir para impulsionar a produção na região. Foto: Flickr Sistema CNA/Senar

Brasília (19/06/2019) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na terça (19), o estudo Fronteira Norte: Dinâmica de preços dos insumos para a agropecuária e sugestão de políticas públicas, para baratear o preço desses produtos na região.

O presidente da Comissão Nacional de Desenvolvimento da Região Norte da CNA e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea), Muni Lourenço, o coordenador do Núcleo Econômico, Renato Conchon, e o assessor técnico João Carlos Dé Carli se reuniram com o diretor de Política Agrícola e Informações da companhia, Guilherme Soria Filho, com o superintendente de Operações Comerciais, Rogério Wilson Gonçalves, e com o gerente de Operações Comerciais, Elias Carvalho de Camargo, para tratar do assunto.

Segundo o estudo, os insumos na região Norte são mais caros devido a diversos fatores como custos logísticos e comerciais, ausência de oferta ou de compradores para esses produtos. Entre as sugestões de políticas públicas apresentadas pela CNA no levantamento estão prêmio frete, isenções e subsídios, novas rotas, novas frentes de produção e leilões de compras.

“Queremos usar todo o know-how da Conab para baratear o custo dos insumos na região”, explicou João Carlos Dé Carli. “Eles gostaram muito da proposta e afirmaram que entre as opções, o que pode ser feito de imediato é o leilão de compras.”

O próximo passo será elaborar um projeto piloto onde a CNA irá mapear a demanda local com suporte das Federações e Sindicatos Rurais.

“Queremos chamar Federações, sindicatos rurais e um número x de produtores que tem certa demanda, fazer o cálculo de qual deveria ser o preço máximo do leilão, se eles concordam com esse preço máximo e, cada real que cair, será lucro para o produtor rural”, ressaltou Dé Carli.

"Se conseguirmos com o barateamento desses produtos melhorar a produção da região, será uma forma de mostrar ao governo federal que a ação pode ser uma política pública. Queremos mostrar que baixar custo na região Norte reverte na criação de emprego e renda para população", completou.

Assessoria de Comunicação CNA

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