CNA participa do FIA AgroDay
Evento reuniu estudantes, jovens, profissionais e empresas do setor nem São Paulo (SP)
Brasília (06/11/2026) - A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na sexta 6), em São Paulo (SP), do FIA AgroDay 2026, que reuniu estudantes, profissionais e empresas ligadas ao setor para troca de experiências.
A CNA foi uma das apoiadoras do evento, promovido pela FIA Business School. A presidente da Comissão Nacional de Novas Lideranças, Fernanda Gehling, e a diretora-adjunta de Relações Internacionais, Fernanda Maciel, representaram a entidade.
Fernanda Gehling compartilhou sua trajetória até chegar à CNA e destacou a importância da entidade na representação e na defesa dos interesses dos produtores rurais. Também apresentou a atuação do Sistema CNA/Senar e as oportunidades para os jovens no setor.
Entre os temas abordados estiveram a formação de lideranças, a preparação para a sucessão rural e a participação dos jovens nas decisões que impactam o agro.
Comércio internacional - Fernanda Maciel analisou os efeitos do cenário geopolítico sobre as exportações brasileiras, com destaque para as relações comerciais com China e União Europeia.
A diretora também apontou oportunidades para produtos como castanhas, chocolates, sucos e biscoitos no mercado chinês.
Sobre a União Europeia, destacou a importância de ampliar o conhecimento internacional sobre a conformidade do agro brasileiro com o Código Florestal e os desafios relacionados ao chamado “Efeito Bruxelas”, que consiste na adoção de regras europeias por outros países.
Segundo ela, esse movimento já pode ser observado com a EFTA e o Reino Unido em relação à legislação ambiental e aos antimicrobianos.
Fernanda também abordou os impactos das tarifas dos Estados Unidos e dos conflitos entre Rússia e Ucrânia e no Oriente Médio sobre as exportações, o fornecimento de insumos e os custos de transporte.
“Debates como esse nos permitem discutir como as transformações no cenário internacional impactam o setor e reforçam a necessidade de diversificar mercados, além de acompanhar as exigências comerciais e fortalecer a presença do Brasil no comércio global.”